Desarmamento da população.

O desarmamento, terreno fértil para a violência?

Ao assistir aos telejornais e navegar pelos portais de notícias, é possível perceber que a violência, tanto no Brasil, quanto em muitos países do mundo, vem alcançando números alarmantes. Seja em conflitos nos países africanos ou no Oriente Médio; na Europa em decorrência da forte onda migratória, os conflitos entre população e estado na Venezuela ou os assaltos e chacinas no Brasil, tudo isso tem como uma das fontes principais o desarmamento da população. Qual a relevância do desarmamento da população neste contexto?

Sancionado pelo então presidente, Luís Inácio Lula da Silva, em 2003, o Estatuto do Desarmamento estabeleceu regras bastante claras a respeito da aquisição das armas, pena para porte ilegal e tráfico. No entanto, o que poderia parecer uma medida para conter a violência, se mostrou completamente ineficaz, já que pesquisas apontam que não houve queda no número de assassinatos por meio de armas de fogo após isso.

Armamento promove equilíbrio de forças.

Desta forma, especialistas em armamento e segurança são unânimes ao afirmar que, na verdade, é preciso que haja uma equalização nos poderes e, para a isso, deve-se deixar o cidadão de bem se armar para se defender. E quando se fala em defesa, entram neste âmbito a integridade física, o patrimônio e a família.

Um dos principais argumentos em defesa da legalização e a facilitação ao acesso a armas está no equilíbrio entre forças antagônicas, nivelando as condições entre ambos os lados e, na maioria das vezes, evitando que o mais forte subjugue o mais fraco. Outro bastante relevante reside em estudos apontando que, em países cujas condições de acesso a armas é facilitada, a taxa de criminalidade se apresenta muito menor que aqueles em situação contrária.

Aí, reside algo que deve ser combatido com o conhecimento: o medo. Para muitos, o simples fato de se encontrar frente a uma arma, esteja ela sendo portada por um policial ou um segurança privado, já faz com que o nervosismo tome conta. Esta sensação só é debelada por meio do conhecimento. Um carro em poder de quem não conhece seu funcionamento ou sendo conduzido por alguém mal-intencionado pode, com toda certeza, matar. Mas, desligado ou sendo comandado por alguém habilitado e consciente, nada pode fazer, ao contrário, é até muito útil. Com as armas, o raciocínio é exatamente o mesmo.

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